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Letters and words

Letters and words

Confinamento, a quanto obrigas!

Caro Leitor, 

Impossibilitada de escrever sobre o que vi e visitei - porque 2021 não me deixa sair de casa para ver e visitar, e relembro que 2020 ainda me deve pelo menos uma viagem à Escócia e temo que o seu irmão ma´novo mas mais castigador , 2021, não saldará a dívida de seu irmão ma'velho - eis-me aqui a pensar disparates e a escrevê-los à velocidade do meu pensamento.  Daí o tamanho desta frase. Disparates porque voltaram as aulas online, mas deste vez com aulas também presenciais, e devo estar louca por julgar que terei tempo para hercúlea tarefa - gosto muito desta palavra, "hercúlea", não "tarefa".

Assim sendo, e retomando o tema que me trouxe até aqui, do site da escola virtual para preparar aulas online até ao sapoblogs, entenda-se,  proponho-me a escrever sobre o que não vi nem visitei. Em época de "ventiras e menturas e andrébices", palavras de uma grande filósofo contemporâneo, o meu texto não destoará assim tanto. Pelo menos, não magoará ninguém e seguirá com um disclaimer sugerindo que se trata de escrita deveras criativa.

Por isso, aceitam-se propostas de sítios sobre os quais me possa debruçar já que neles fisicamente não me posso aventurar. Sítios onde os leitores não estiveram mas gostariam de ter estado.

Fica aqui o repto. Se nenhuma proposta avançar saberei que falhei e que a inspiração que me agarrou há 10 minutos, tempo em que iniciei esta missiva, não terá frutos. Talvez seja cedo demais - ainda falta muito para a Primavera. Talvez não tenha assim tantos seguidores. Talvez o confinamento já se esteja a revelar negativamente na minha mente que, aparentemente, pensa que mente bem. Só mente periodicamente. Somente periodicamente. Dependente das sugestões da mente de alguém.

 

Respeitosamente,

A escritora

 

 

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