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Letters and words

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Irlanda - 2º dia

Caro Leitor,

27 julho - Kilkenny - Rock of Cashel - Hore Abbey - Kinsale - Cork

True to its name, o alojamento foi bem cosy. Depois de uma pequeno-almoço bem recheado - a cabana tinha de tudo um pouco (sumo, chá, café, cereais, pão, bagels, pain au chocolat, manteiga, compotas e ovos) e uma cozinha que ainda que pequena estava bem equipada - despedimo-nos quase com uma lágrima ao canto do olho da pitoresca cabana. Rumámos mais uma vez para o centro de Kilkenny, desta vez até St. Mary's Cathedral que possui um parque de estacionamento na lateral. (Quando se viaja de carro e se quer poupar tempo, é bom já saber de antemão até onde se pode estacionar o carro). O nosso carro ficou lá toda a manhã. (chegámos antes das 8h30 e saímos perto das 13h30)

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A Catedral, de estilo gótico, é  muito bonita tanto no seu exterior como no seu interior . A entrada é gratuita e às 8h30 de sábado, encontrámo-la praticamente deserta.

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Depois seguimos até St. Canice.

St. Canice Cathedral é a segunda  maior catedral medieval e data do século XIII. Tem uma torre circular que pode ser subida. Existe um bilhete combinado (catedral + torre: 7 euros). Nós optámos por não subir à torre - a minha pesquisa mostrara-me que não tinha uma vista particularmente bela - e entrámos só na catedral por 4,5 euros. está aberta desde as 10 horas até às 13 horas e das 14 horas às 16 horas. A catedral está rodeiada por um cemitério e a sua porta principal tem a particularidade de só poder ser usada pelas 3 b's: vrides, bishops and burias (noivas, bispos e funerais). Dentro encontra-se uma lojinha com fantásticos souvenirs.   

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Também do século XIII é a Black Abbey. Mais pequena do que as outras construções, mas imponente pois abriga em si a maior janela com vitrais da Irlanda. Faz-nos sentir bem pequeninos, não?

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A sua cor cinzenta no exterior, de um cinzento mais escuro que St. Canice Cathedral, nada tem a ver com o seu nome. Black deriva dos Black Friars. Curiosidade: Aqui poderá encontrara um santo negro e uma foto dos 3 pastorinhos de Fátima.

Seguiram-se umas horas de lazer, onde percorremos as ruelas e ruas à procura de souvenirs e de algo rápido para almoçar. Optámos por comprar algo num supermercado - ideal para quem não quer perder muito tempo num restaurante e bem mais barato, e almoçamos no jardim junto da St. Mary's Cathedral. Umas garotinhas estavam a organizar uma feirinha para angariar dinheiro, enquanto que brincavam sem qualquer guarda parental. Provavelmente moravam nas casas que ladeiam o jardim perto da Catedral, mas mesmo assim não deixamos de constatar que ainda é possivel brincar nas ruas.

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O castelo de Kilkenny não estava incluído no percurso pois não é propriamente um castelo bonito e o seu interior naõ aguça a imaginação. Mas é possível visitá-lo por 8 euros.

(Planear também significa ver antecipadamete o que o local tem para oferecer e decidir com calma se vale a pena visitar tudo)

Nas nossas incursões pelas lojas, deparámo-nos com a verdadeira hospitalidade e simpatia irlandesa. O dono de uma das lojas falou-nos um pouco da cidade, indicou-nos uma casa onde terá vivido Dame Alice Kyteler, uma presumível bruxa (Kyteler's Inn é um edifício pelo qual já tínhamos passado mas não nos apercebemos do valor histórico e por isso voltamos atrás para também ali perto descobrir Butterslip Lane) e sugeriu que visitássemos Kinsale antes de rumarmos a Cork. Kinsale estava nos planos inicialmente, mas, temendo que o tempo não chegasse para tudo, tinha sido previamente eliminada. Como por volta do almoço já tínhamos visto e percorrido o centro de Kilkenny, Kinsale passou a fazer parte dos planos. Mas antes, Rock of Cashel.

O caminho para lá é bem sinalizado, pois as estradas são estradas principais, e pelo caminho vai encontrar campos verdejantes populados de vacas.

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Antes de chegar a Cashel, Rock of Cashel surgirá bem no alto, a fazer juz ao seu outro nome Cashel of the Kings. 

 

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Rock of Cashel fica a mais ou menos 60 km de Kilkenny, a 1 hora de distância, e vale a pena entrar em Tipperary e ir até Cashel não só pela Rock of Cashel mas também pela Hore Abbey.

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Siga a estrada por onde vai a carrinha branca que se vê na foto anterior e vire à esquerda e estacione por aí. Depois encontrará uma caminho de terra à esquerda. Suba.

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O bilhete para Rock of Cashel é 11 euros e inclui a visita guiada à Cormac's Chapel - construção de cor mais clara - e uma outra visita guiada ao restante complexo. SE não pretender visitar Cormac's Chapel pode entrar no complexo por 8 euros e não tem que fazer a visita guiada ao complexo. No entanto, não entrará na Cormac's chapel e não perceberá a razão da sua cor mais clara - não, não é uma construção mais recente como pensámos. A visita guiada a esta capela é curta mas muito interessante e por isso a minha sugestão passa pela compra do bilhete combinado. Nós demorámo-nos um pouco mais de 1 hora por todo o complexo, mas se optar pela segunda visita guiada reserve pelo menos 2 horas, isto se tiver a sorte de não estarem por lá muitos turistas. Nós encontrámos talvez umas 30 pessoas.

Chuviscava quando saímos da primeira visita guiada e 10 minutos depois começava a outra. Não ficamos até ao fim, pois demoraria 45 minutos. A chuva lá fora parara e Hore Abbey chamava-nos, lá ao longe.

 

 

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Há um caminho que pode fazer pela estrada, mas quando descemos Rock of Cashel vimos pessoas a fazer o percurso pelo campo e lá fomos nós. Terá que pular um muro, mas uma aventura pela Irlanda não estaria completa se não o fizesse. Não se preocupe, é bem mais um murozito do que um muro. Depois é só caminhar na direção das ruínas da abadia. 

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A distância é como se pode observar muito curta e desde Rock of Cashel até Hore Abbey são 15 minutos a pé.

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Também aqui encontramos poucos turistas. Quando lá chegamos só estavam 3. 

 

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Não nos demoramos muito por lá. O suficiente para a explorar.

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Depois rumamos a Kinsale. A pequena cidade portuária não desapontou. Aconselho vivamente que a visite e que faça uma refeição por lá. Nós jantámos, mas mais sobre isso daqui a pouco.

Levará mais ou menos 1h30 de viagem e há estacionamento gratuito junto ao cais e aos restaurantes, pelo menos ao fim de semana. Depois fizemos uma caminhada para explorar a cidade e percorrer as suas pitorescas ruas com as casas coloridas.

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Por toda a Irlanda, encontrará pequenas cidades ou vilas muito coloridas, mas as ruas de Kinsale têm cores vibrantes. Mas não vá só a Kinsale pela cor. Vá também pelo sabor! Para quem goste de marisco, será uma belíssima tentação. Para quem não goste, há muito peixe a experimentar. Eu comi um DELICIOSO fish and chips que era uma especialidade do restaurante, não fosse ele chamar-se Dino Traditional Fish and Chips.

 

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Às 22 horas já estavamos nas ruas de Cork a explorar a cidade. Cork é a segunda maior cidade da República da Irlanda é conhecida pela sua comida - que não pude comprovar - e pela sua vida noturna. Posso atestar que a vida noturna em Cork começa bastante cedo e prolonga-se até de madrugada. Os pubs estão cheios e é dificil entrar num deles. A Oliver Plunkett Street está ao rubro a partir ds 20 horas. Cork é barulhenta e confusa por causa da vida noturna e não é propriamente uma cidade bonita. Nem or Rio Lee a salva. Mas a descoberta de Cork ficaria para o dia seguinte.

Curiosidade:  neste dia tivemos apenas 10 minutos de chuvinha irlandesa.

P.S. Kinsale, I love your colours and tastes. I loved climbing over walls on my way to Hore Abbey.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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